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O que as pessoas querem? Autonomia no trabalho!

O que as pessoas mais desejam no ambiente de trabalho? Elas desejam flexibilidade, ser ouvidas, acolhimento, mas há um desejo que tem se tornado cada vez maior: as pessoas querem autonomia.

Flexibilidade ainda é um termo recorrente quando se pensa no futuro do trabalho, porém a pesquisa realizada com 5.000 profissionais de todo o mundo, publicada em 2021 pela Jabra, especialista em tecnologia, mostrou que 61% das pessoas desejam a flexibilidade, desde que esteja condicionada à autonomia de exercê-la como quiserem.

E não é de hoje que a autonomia é discutida. Em 1985, dois psicólogos, Richard Ryan e Edward Deci, desenvolveram uma teoria que desafiava a noção de recompensa, considerada o principal motor da motivação em seres humanos.

A teoria de autodeterminação dos especialistas mostrava que a motivação autônoma de alguém para o crescimento pessoal e psicológico é o principal catalisador do sucesso e da realização humana.

Autonomia no trabalho – tudo começa em dar voz às pessoas

Henrique Driessen, arquiteto e CGO da Elephant Skin, diz que uma das marcas da empresa é construir um ambiente de trabalho seguro em que as pessoas tenham voz.

“Ter voz é ter uma grande responsabilidade e, para isso, é preciso que alguém te escute e, se isso acontece, você está gerando influência sobre alguém e quando você influencia, a tua voz importa”.

Ele diz que ter voz tem relação com poder ajudar o outro e, se isso não é possível, seria melhor se calar do que apenas tecer uma crítica que não acrescentará em nada.

A ES é uma empresa que valoriza grandemente a diversidade de ideias e cada pessoa, com sua cultura, características pessoais, visão de mundo e experiências, sempre têm muito a agregar no time.

“Há muitas ideias que não funcionam, mas em um grupo plural, uma ideia ruim pode, de repente, abrir a mente de outra pessoa para uma nova e boa ideia”.

Gerenciamento que torna a autonomia de fato eficiente

A pandemia serviu para que muitos profissionais passassem a ressignificar suas percepções quanto ao trabalho, ao experimentar maior autonomia, liberdade e flexibilidade.

É claro que nem todas as organizações souberam lidar com a realidade do trabalho remoto e cometeram graves falhas, como tentar trazer para a realidade do trabalho à distância, formas de controle, gerando influências negativas na motivação e resultados de seus colaboradores.

De acordo com pesquisa baseada no livro (The Fearless Organization) de Amy C. Edmondson, professora de liderança e gerenciamento da Novartis na Harvard Business School, pessoas estão em busca de liberdade e quando esse critério está em jogo, muitas delas preferem deixar os seus empregos diante da insatisfação. Dentre aquilo que se considera como fundamental para promover a autonomia no trabalho, estão os seguintes pontos:

Medir as entregas – Medir o desempenho de pessoas que estão trabalhando em projetos inovadores é muito mais difícil, para estes casos, a busca por indicadores de resultado pode ser a melhor alternativa.

Contar com uma boa estrutura de trabalho – É preciso que o ambiente de trabalho tenha uma estrutura mínima em que as pessoas possam ter certeza sobre os seus objetivos e papéis.

Feedback regular – O feedback quando aplicado da maneira correta tem o poder de aumentar o desempenho dos colaboradores e precisa ser frequente, específico, objetivo, acionável e equilibrado.

Segurança psicológica – A “cultura de segurança psicológica” é aquela em que as pessoas se sentem à vontade para falar, questionar e que não tenham medo de correr riscos ou de errar.

Ajuste e correção no processo – O gerenciamento de pessoas é complexo e errar faz parte do processo, mas fundamental é não esquecer que “falhar rápido” ajuda a ajustar a rota, também mais rápido.

Não existem fórmulas – Você pode até se inspirar em alguns modelos de gerenciamento, mas a sua empresa é singular e você precisará adaptar e ver o que funciona com o seu time e todos descobrem juntos!

Henrique diz que ao construir um ambiente de liberdade o desafio está em dar uma estrutura às pessoas para que não tenham medo de falar, de propor ideias, porque esse medo torna o lugar estático e fadado ao fracasso.

“Esse é um lugar para ter ideias, para falar, para crescer juntos. Enquanto nós estivermos fazendo isso, não consigo sequer mensurar para onde a ES vai, porque o crescimento é constante. Essa é uma empresa atemporal”.

Cara, se você tem liberdade: Just Do It!

“Não adianta você ter uma ideia e não fazer. Existem pessoas com ideias geniais, mas que não se tornam gênios. Mas também existem muitas pessoas esforçadas e criativas que se tornam gênios, porque elas fazem. Não adianta ser criativo e não fazer”.

Henrique diz que a fórmula está em fazer e, se der problema, resolver rápido, porque o segredo está em quão rápido você consegue resolver o problema e não em como você consegue evitá-lo.

Na ES, as pessoas têm autonomia no trabalho, podem exercer toda a sua criatividade e propor ideias inovadoras.

Aliás, aqui a inovação é um assunto tratado com ressalvas e o CEO na Upside, Caso Scott, tem uma opinião bem parecida com a que vivemos aqui.

Scott diz que a inovação é usada em excesso atualmente, sendo assim, o mundo todo a persegue, mas na verdade, se trata de uma “fachada” para fingir fazer mudanças. Henrique tem uma visão particular sobre o assunto:

“Inovação é uma mudança de cultura, estrutura, de gestão e de processo, é tudo o que você faz para mudar algo que está sendo feito. Mas vale lembrar que a partir do momento em que você cria alguma coisa, a inovação já passou. O plano por aqui é evoluir sempre. Vai lá e faz. Procure envolver um grupo de pessoas que acredite na sua ideia e faça. Se der certo, muito bom e, se não der, você tentou e aprendeu com isso."

O que realmente te motiva enquanto ser humano?

Henrique diz que uma das grandes escolas para se aprender sobre qualquer assunto é o esporte, porque o lema é: ou você trabalha em grupo, ou não e, para ele, a mesma estratégia que se usa para um time pode ser aplicada em uma empresa.

Ele diz que o mais admirável em atletas com carreira consolidada e que continuam se dedicando ao esporte é a motivação pura e real, sem qualquer estímulo financeiro ou material, porque já conquistaram além do que gostariam.

“Como você consegue se motivar quando ninguém está te olhando? Como é que você consegue fazer alguma coisa quando você não precisa fazer nada? É só você com você mesmo, o que te move?”

Na ES, você encontra a liberdade para expressar suas ideias, para fazer acontecer, ninguém irá dizer como você deve fazer, mas você mesmo encontrará a sua maneira, o seu ritmo.

Somos uma empresa que quer respirar por conta própria

A ES deseja autonomia em sua estrutura de trabalho, mas também em seu crescimento global ao longo dos anos.

Henrique diz que o desafio é criar uma empresa que continue por conta própria, quando os seus fundadores já não estiverem mais no planeta.

“Eu não tenho nenhum ego em relação à posição de CEO ou pelo meu nome. Mas eu tenho um carinho gigante pela marca que criamos e também porque tem muita gente vivendo dela. Daqui a 100 anos, quero que pessoas estejam perguntando o que será da ES daqui a 10 anos.”

Se você tem uma grande ideia: tira da sua cabeça e faz.


Escrito por:

Henrique Driessen CGO

 

Gerente de Comunicação - Roberta Lemos | Estagiário de Comunicação – João Victor Campos

Jornalistas - Daiana Barasa and Juliana Rodrigues | Naiá

Entrevistado - Henrique Driessen - CGO


*All Rights Reserved to Elephant Skin Group Corp.


Sobre Nós

Criada em Miami em 2017, a Elephant Skin oferece uma experiência de marca integrada para incorporadoras com o mais alto padrão de qualidade. Os nossos serviços incluem storytelling, renders 3D, desenvolvimento e elaboração de conceito, CGI, filmes, plantas baixas e tours interativos. Somos uma empresa para criadores e pensada para pessoas que nunca se acomodam.

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